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Cinco erros que devemos evitar ao praticar fiação (e como corrigi-los)

Na medida em que os anos passam, a fiação interna ainda está na moda: as aulas de ginástica estão sempre à altura da bandeira e todos os dias há mais pessoas que decidem treinar nessa disciplina. Se no seu dia falamos sobre as cinco coisas que devemos considerar em nossa primeira aula de spinning, hoje trazemos a você os cinco erros mais comuns que geralmente são cometidos nesta disciplina, para evitarmos cometê-los.

Fazer uma boa aula de spinning é muito mais do que andar na bicicleta e pedalar loucamente, existem algumas diretrizes de segurança que devemos seguir para evitar lesões e maximizar os benefícios da sessão. Saber reconhecer os erros mais comuns é o primeiro passo para corrigi-los e evitá-los..

  • Olhe para o chão ou esconda a cabeça entre os ombros: ou o que eu chamo de "a tartaruga". O que há no terreno que tanto nos interessa? A postura correta seria manter um alinhamento ideal do pescoço com o resto da coluna, ou seja, ansioso de uma maneira confortável. Quando olhamos para o chão, geramos um desalinhamento que cria uma grande tensão nos cervicais e pode levar a subsequentes dores no pescoço.
  • Apoie todo o peso do nosso corpo no guidão: Não se preocupe, o guidão não o tira. Todos os dias vejo pessoas que se agarram ao guidão da bicicleta como se estivessem vivendo nela, jogando todo o peso do corpo em cima dela. Isso resulta em grande tensão nos ombros e pulsos. A coisa certa seria distribuir o peso corporal através dos nossos músculos estabilizadores (a musculatura do núcleo) e use o guidão apenas como um leve suporte.
  • Pedal com os dedos voltados para baixo: Isso é fácil de acontecer se não usarmos um sapato específico para girar, mas também pode acontecer mesmo se usarmos enseadas. Durante as subidas, especialmente em pé, a sola do pé deve ser plana, com a ponta do pé levemente voltada para cima. Assim, otimizamos o pedal e economizamos nosso esforço. Certifique-se de que, no caso de usar enseadas, elas estejam bem colocadas no sapato.
  • Carga incorreta devido a excesso ou padrão: Com as bicicletas giratórias tradicionais (os manuais, que não possuem um sistema digital no qual podemos ver a carga que carregamos), precisamos calcular a resistência "a um ohmímetro" e nunca existem duas bicicletas idênticas. Às vezes, temos que girar a roleta mil voltas para carregar uma carga leve, enquanto a bicicleta ao lado, com um pequeno toque, mal consegue movê-la. Isso ocorre porque a sapata de freio da maioria das bicicletas sofre muito desgaste com o uso.

    O ideal é encontre nosso "set point" na bicicleta: um ponto onde não é difícil dar pedais, mas onde carregamos uma carga para não rolar no vácuo e, a partir daí, fazemos as modificações que consideramos necessárias, sempre seguindo as instruções do instrutor. O instrutor projetou a sessão anteriormente e sabe por que, em um momento, temos que ir a 60% do nosso FCM, e por que, em outro momento, chegamos a 80%: preste atenção e não vá ao seu rolo para fazer a sessão de caminho certo.

  • Não fique esticando: Quem nunca aconteceu? Você desce da bicicleta e de repente ... debandada! Entendo que estamos todos com pressa em nossas vidas diárias e que estamos correndo daqui para lá, mas precisamos entender a importância do alongamento.

    O alongamento faz parte da sessão de spinning e é tão importante quanto o aquecimento ou qualquer outra parte da sessão. Devemos fazer uma descida progressiva das pulsações para depois focar no alongamento: isso evitar possíveis dores musculares, lesões subseqüentes e facilitar a recuperação, pois aumenta a oxigenação dos músculos.

  • Considere esses possíveis erros em sua próxima sessão para minimizá-los e aproveitar ao máximo seu treinamento, evitando lesões. Que outros erros são repetidos em suas aulas de spinning?

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